Postado em 08 de Janeiro às 08h22

O MERCADO ATUAL (JOSÉ AUGUSTO FIGUEIREDO)

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P&P Consultoria Estamos iniciando mais um ano, com certeza, repleto de desafios! Enfrentaremos o novo, inesperado, velhos obstáculos e desafios tendem a nos movimentar, mais conflitos de gerações irão surgir,...

Estamos iniciando mais um ano, com certeza, repleto de desafios! Enfrentaremos o novo, inesperado, velhos obstáculos e desafios tendem a nos movimentar, mais conflitos de gerações irão surgir, fortalecimento da gestão participativa e a meritocracia – pessoas x resultados...E, cada dia mais, nossa capacidade contínua de evolução e desenvolvimento será nosso diferencial competitivo quanto Gestão e Organização.

Abaixo, texto para leitura:
O mundo atual se desenvolve em uma velocidade alucinante e podemos dizer que o mercado de trabalho não será mais o mesmo como o conhecemos atualmente.
Considerando este cenário e com a reforma trabalhista, a partir de agora, as empresas poderão adotar modelos mais flexíveis na relação com os seus colaboradores. E isso envolve também a especialização do profissional, as exigências da oferta de demanda, o escopo mínimo necessário para o alcance dos resultados almejados, entre outros.
Dessa forma, em suma, nosso país, tanto por conta das inovações tecnológicas quanto pela repaginação das relações de trabalho, estará em um novo patamar. Neste novo contexto, será possível competirmos no cenário mundial e evitarmos a exportação de empregos para outros países, que se adequaram a esta nova realidade com mais rapidez. É provável que a partir das recorrentes transformações, as contratações estejam muito mais baseadas em projetos pontuais, cujas premissas mais relevantes sejam embasadas pela expertise de cada executivo ou profissional. A tendência é que esse modelo migre para uma remuneração atrelada a resultados, tornando a relação trabalhista mais objetiva.
A expectativa geral é que as mudanças trarão mais engajamento e comprometimento em relação ao resultado esperado, tanto da empresa, quanto do profissional. A idéia de que o executivo e a companhia poderão negociar a melhor forma de remuneração tende a serem positivas para ambas as partes, uma vez que dentro de certas prerrogativas estipuladas na nova lei, o “negociado” poderá prevalecer sobre o legislado sendo um ponto de um novo aprendizado com muita cautela para as novas exigências legais e seus pontos de flexibilização.
Enfim, isso ajudará na preservação de empregos e, de certa forma, em um modelo voltado para a meritocracia. Iniciaremos uma nova realidade que demandará muito mais maturidade nas relações de trabalho entre empresas e empregados.
Para nos adaptarmos a esse mercado em transformação é essencial estarmos atualizados, preparados e receptivos, buscando identificar onde será possível agregarmos valor. Afinal, a transformação contínua do mercado é a grande certeza que temos.
 

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